Felsberg Advogados
  • Home
  • O Escritório
    • Quem Somos
    • Departamento Internacional
    • Asian Desk
    • French Desk
    • German Desk
    • Hispanic Desk
    • U.S. Desk
    • Doing Business
  • Pro bono
  • Áreas de atuação
  • Profissionais
    • Sócios de Capital
    • Advogados
    • Consultores e Parceiros
  • Novidades
  • Trabalhe Conosco
  • Contato
Instagram Linkedin Linkedin
  • Pt
  • En
Instagram Linkedin Linkedin
Felsberg Advogados
Home » Felsberg Na Mídia » Cliente vai pagar aumento de tributo para bancos, afirmam analistas
Novidades
14/06/2019
Por: Rodrigo Prado Gonçalves

Cliente vai pagar aumento de tributo para bancos, afirmam analistas

Felsberg Na Mídia
Instituições financeiras não se pronunciam sobre alta de contribuição sobre lucro
Folha de S. Paulo / 14.jun.2019 às 2h00
Tássia Kastner
SÃO PAULO

Defensores de que a reforma da Previdência consiga economizar R$ 1 trilhão em dez anos, bancos devem sofrer um aumento de imposto para garantir que o valor poupado se aproxime da meta.

Não houve, porém, entre as grandes instituições, questionamento público da medida.

“Não tem problema”, afirmou Octavio de Lazari, presidente do Bradesco, ainda na terça-feira (11), antes de a elevação ser confirmada.

Santander e Itaú não se pronunciaram sobre o assunto.

Procurada, a Febraban (federação dos bancos) disse que não comenta medidas em tramitação no Congresso.

Sugeriu à reportagem que relesse o livro “Como fazer os juros serem mais baixos no Brasil”, publicado pela entidade no ano passado.

No conjunto, o livro cita 21 medidas que deveriam ser implementadas para reduzir os spreads; apenas uma deveria ser implementada pelos bancos. O texto afirma que imposto elevado gera ineficiências e estimula a concentração.

O relator da reforma na comissão especial da Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP), incluiu no texto a alta da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) dos bancos dos atuais 15% para 20%, como vigorou entre 2016 e 2018. Empresas não financeiras pagam 9% de imposto.

Assim, o tucano repete uma medida implementada pelo governo Dilma Rousseff (PT) para elevar a arrecadação, mas que expirou no fim do ano passado. Se voltar a vigorar, tende a aumentar a arrecadação em R$ 50 bilhões em dez anos, afirmou Moreira.

A lei só começaria a valer 90 dias após a aprovação da reforma da Previdência.

Mas o reflexo do tributo elevado deve mais uma vez chegar ao consumidor. Tende a ser convertido em aumento de juros, dizem especialistas ouvidos pela Folha.

“O banco não vai reduzir a lucratividade dele. Talvez não seja o melhor mecanismo, [o Congresso] vai mirar o banco e acabar atingindo o consumidor”, disse Rodrigo Prado Gonçalves, sócio do Felsberg Advogados.

“É mais munição para os bancos justificarem que vão repassar [ao consumidor]”, afirma Luis Miguel Santacreu, da Austin Ratings.

Juntos, bancos lucraram mais de R$ 90 bilhões em 2018, segundo o Banco Central, apesar da queda da taxa básica de juros para a mínima histórica de 6,5%. Na prática, o spread (a diferença entre o custo de captação e a taxa de juros do cliente) não cedeu na mesma velocidade.

Para Santacreu, o aumento no tributo deixa bancos em situação confortável de não terem que explicar por que o crédito não está mais barato.

O aumento da tributação pode causar danos também às fintechs(empresas inovadoras do setor financeiro), mesmo que indiretamente.

Parte dessas empresas opera como instituição financeira e sofrerá o aumento do imposto. As que atuam como correspondentes bancários podem ter dificuldades de negociar juros mais baixos com o banco que concede o crédito, reduzindo a competitividade.

“Depende do modelo que ela [fintech] se estruturou. Como empresa de tecnologia, não respinga diretamente. Porém, todos os custos são repassados a clientes e parceiros. Pode ser sim que impacte”, afirma Ingrid Barth, diretora da Abfintechs (associação do setor).

O advogado Luiz Gustavo Bichara, do Bichara Associados, representa seguradoras em ações no STF (Supremo Tribunal Federal) que questionam a alíquota de imposto maior sobre um segmento da economia (o financeiro), e não sobre o lucro das empresas.

“A lógica é ‘os bancos têm muito lucro, têm que ser tributados’. O certo é tributar bancos e quaisquer empresas que tenham muito lucro”, afirma Bichara.

Há ainda a sensação de que a medida é temporária. O Congresso discute também uma reforma tributária.

“Tem expectativa de melhoria fiscal, e aí os bancos vão continuar pagando mais imposto?”, questiona Santacreu, da Austin Ratings.

Tags: Reforma da PrevidenciaSpreadsTributo Elevado
Compartilhar:
Por área
  • Agronegócios
  • Ambiente e Sustentabilidade
  • Aviação
  • Compliance
  • Concorrencial
  • Contencioso e Arbitragem
  • Contratos Comerciais
  • Data Centers e Infraestrutura Digital
  • Direito Desportivo
  • Energia
  • Entretenimento
  • Fashion
  • Financiamentos, Bancário, Fintechs e Meios de Pagamento
  • Imigração
  • Imobiliário
  • Infraestrutura
  • Life Sciences
  • Marítimo
  • Mercado de Capitais
  • Penal Empresarial e Investigação Corporativa
  • Petróleo e Gás
  • Propriedade Intelectual
  • Publicidade, Propaganda e Mídia
  • Público e Regulatório
  • Reestruturação e Insolvência
  • Relações Governamentais
  • Resíduos e Saneamento
  • Societário e Fusões & Aquisições
  • Startups e Venture Capital
  • Tecnologia, Proteção de Dados, Cibersegurança, IA e Law Enforcement
  • Telecomunicações
  • Trabalhista
  • Tributário e Wealth Management
Por ano
  • 2026
  • 2025
  • 2024
  • 2023
  • 2022
  • 2021
  • 2020
  • 2019
  • 2018
  • 2017
Por mês
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • novembro 2017
Felsberg Advogados
Logo_Eco
© FELSBERG ADVOGADOS - 2026 - Todos os direitos reservados
  • Política de Privacidade
  • Política Anticorrupção
  • Código de Conduta
  • Guia de Conduta de Fornecedores
Globo
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Brasília