A continuidade dos serviços de coleta, transporte e destinação de resíduos sólidos urbanos depende de financiamento estável e previsível, capaz de sustentar as operações e viabilizar investimentos de longo prazo.
Em artigo publicado no Migalhas, nosso sócio Fabricio Soler, da prática de Ambiente e Sustentabilidade, analisa a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve o restabelecimento da lei que instituiu a Taxa de Custeio Ambiental de Jandira (SP) e destaca a importância de receitas específicas para assegurar esses serviços e discute como a sustentabilidade econômico-financeira pode favorecer concessões, parcerias e investimentos no setor. Leia na íntegra aqui.