A comercialização de créditos de carbono abre oportunidades para o setor elétrico como atividade complementar aos seus negócios. Com a implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), essa frente pode ganhar relevância, reforçando a importância de avaliar a qualidade dos créditos e os resultados climáticos dos projetos.
Em reportagem do Valor Econômico, nossa head da prática de Ambiente e Sustentabilidade, Daniela Mota, explica que tecnologia, metodologia, certificação e data de geração influenciam a qualidade e o preço dos créditos. A especialista também destaca riscos como dupla contagem e falta de adicionalidade — quando a redução de emissões ocorreria mesmo sem o projeto —, além dos impactos reputacionais de projetos que não entregam os benefícios prometidos. Confira na íntegra aqui.