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Recém-criada GPTI quer dobrar receita e abrir capital em pouco mais de seis meses

Valor Econômico

Recém-criada GPTI quer dobrar receita e abrir capital em pouco mais de seis meses

Nascida a partir da compra do controle da G&P Projetos e Sistemas, a GPTI foi reestrurada de forma que das suas 15 a 20 unidades de negócios, se dividissem em duas vertentes: Comercial e Entrega.

A área comercial foi organizada em cinco verticais, Já a de Entrega, assumiu as práticas pelas quais entregam serviços de desenvolvimento de sistemas, gestão de ambientes, infra-estrutura de TI, implantação de aplicativos, treinamento para alta e baixa plataforma e gestão de Processos de Negócios e de TI (BPO).

Sem revelar o número de contratos, Marcelo Ralo, CFO da GPTI, explica que a nova empresa absorveu os negócios de cerca de 150 clientes da G & P, que juntos representam uma expectativa de faturamento de R$ 300 milhões, no primeiro ano de atuação. A companhia também absorveu, em regime de CLT, aproximadamente três mil profissionais especializados.

Ralo explica que na reorganização dos negócios, a área de Call Center foi deixada de lado pela nova empresa. “A G&P, com uma nova razão social, cuidará especificamente dos contratos de call center”, detalha o diretor financeiro da nova companhia.

Novas aquisições

Com planos de ingressar no mercado acionário (IPO) já no primeiro semestre de 2009, a GPTI aposta em um private equity (processo de captação de recursos por companhias ainda com capital fechado) para reforçar seu caixa, de forma a ter o fôlego necessário para a aquisição de empresas com negócios complementares aos seus.

Desta forma, no curto prazo, incluindo as aquisições, a GPTI teria um faturamento anual da ordem de R$ 600 milhões, mantendo a taxa de crescimento de 30% ao ano. “Essas aquisições nos darão a musculatura necessária para ir ao mercado de capitais”, garante Ralo. Segundo ele, isso deve acontecer em cerca de apenas seis meses.

“O projeto para a abertura de capital está praticamente finalizado, seguindo todas as regras de legislação e melhores práticas de governança corporativa”, afirma o executivo. Para isso, a GPTI conta com a consultoria dos bancos Credit Suisse, para o private equity, e o suporte do UBS Pactual, para o IPO.

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