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Inflação para a terceira idade fica estável no 3º trimestre

Fonte: Brasil Econômico

O Índice de Preços ao Consumidor de Terceira Idade (IPC-3i) avançou 1,39% no terceiro trimestre de 2012, apresentando estabilidade em relação ao segundo trimestre deste ano.

A inflação está pesando mais para as pessoas idosas do que para o restante da população, mostra pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Consumidor de Terceira Idade (IPC-3i) avançou 1,39% no segundo trimestre de 2012. No trimestre anterior, também havia subido 1,39%.

O indicador calcula a variação de preços de uma cesta de consumo para indivíduos com mais de 60 anos, e acumula alta de 5,91% nos últimos 12 meses.

A taxa é superior ao IPC-BR, índice que mede as variações de preços para famílias com renda entre um e 33 salários mínimos. Esse índice teve avanço de 1,21% no terceiro trimestre e de 5,73% em 12 meses.

Entre as oito classes de despesa componentes do índice, a principal aceleração no trimestre partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de 2,19% para 4,05%.

Os itens que mais influenciaram o comportamento desta classe de despesa foram as hortaliças e legumes, com alta de 16,70% para 26,73%, com destaque para o tomate, que teve expansão de quase 70%.

Também contribuíram para a aceleração do IPC-3i no segundo trimestre os grupos Educação, Leitura e Recreação (de 0,56% para 1,24%), Comunicação (de -0,57% para 0,91%) e Transportes (de -0,53% para -0,25%).

Para cada uma destas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de telefone residencial (-0,57 para 0,96%), automóvel novo (-4,62% para -0,53%) e excursão e tour (-3,32% para 5,15%), respectivamente.

Em contrapartida, registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 2,21% para 1,10%), Despesas Diversas (de 6,19% para 0,78%), Vestuário (de 1,45% para -0,91) e Habitação (de 1,36% para 1,21%).

Nestas classes de despesa contribuíram para estes movimentos os itens: medicamentos em geral (de 3,60% para 0,22%), cigarros (de 20,32% para -0,08%), roupas (de 1,18% para -1,33%) e mão de obra para reparos de residência (de 4,06% para 1,07%), nesta ordem.

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