Felsberg Advogados
Home | IMÓVEIS: Aluguel residencial novo sobe 1,9% em dezembro
Publicações

IMÓVEIS: Aluguel residencial novo sobe 1,9% em dezembro

O mercado de locação residencial na cidade de São Paulo registrou aumento de valor tanto nos contratos em andamento como nos assinados no decorrer de 2010, segundo pesquisa realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Nos contratos em vigor com aniversário neste mês de janeiro e com o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) como indexador – indicador utilizado em 90% dos contratos de locação -, a alta foi de 11,32%, correspondente à correção do índice de janeiro a dezembro de 2010.
Já nos contratos novos firmados em dezembro de 2010, o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato, que faz o monitoramento do setor de locação, observou um aumento médio de 1,9% no preço de casas e apartamentos, em relação ao mês anterior. ‘Esse leve incremento pode ter como causa o crescimento das devoluções e o consequente atendimento de listas de espera de candidatos’, diz Francisco Crestana, vice-preside nte de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP.
No acumulado do ano de 2010, os imóveis para novas locações apresentaram alta de 13,4%. Como o IGP-M do mesmo período foi de 11,32%, é possível concluir que quem fechou contrato em dezembro do ano passado terá de desembolsar, em média, apenas 1,9% a mais pelo aluguel mensal do que se tivesse assinado contrato em 2009. ‘Esse aumento de 13,4%, ligeiramente superior à variação anual do IGP-M, é consequência da falta de imóveis para alugar na cidade de São Paulo’, analisa Crestana. Segundo ele, os valores do aluguel estiveram em alta também porque durante muito tempo variaram menos do que os índices inflacionários. De 1998 a 2002, o aluguel novo oscilou só 10%, ao passo que a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), totalizou 42%. Em 2003 e 2004 os dois indicadores ficaram emparelhados e a partir de 2005 os valores de locação sofreram aumentos reais em função da escassez de produtos. ‘A ssistimos a um processo de recuperação de preços’, comenta o vice-presidente do Secovi-SP.

Topo Voltar