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Corte Arbitral do Esporte bate recorde de casos analisados na Olimpíada do Rio de Janeiro

Após o fim das Olimpíadas do Rio de Janeiro, a Corte Arbitral do Esporte (CAS) registrou novo recorde de casos em que foi provocada. Foram 28 os casos em que a Corte teve que intervir de alguma forma, superando a marca das Olimpíadas de Sydney, em 2000, que somavam 15.

Entretanto, dos 28 casos registrados, 16 foram relacionados aos atletas russos, que defendiam sua elegibilidade para a participação nos Jogos, em virtude da suspensão da Federação Russa por conta dos casos de doping envolvendo alguns atletas.

A última decisão proferida pelo CAS nas Olimpíadas do Rio de Janeiro foi referente ao caso do halterofilista iraniano Behdad Salimi em conjunto com a Comissão Olímpica Iraniana contra a Federação Internacional de Halterofilismo.

O atleta iraniano tentou a impugnação da decisão do Júri da Competição, que anulou a decisão de um árbitro do levantamento de peso, que havia validado a segunda tentativa de Salimi de levantar o peso de 245 kg. Na terceira tentativa, o iraniano falhou e acabou desclassificado da competição. Segundo o Júri, o movimento de Salimi, grande favorito à conquista da medalha de ouro, foi incompleto, o que prejudicou a sua atuação.

Os árbitros do CAS rejeitaram a tentativa de impugnação da decisão do Júri da Competição, que anulou a segunda e bem sucedida tentativa de Salimi de levantar o peso de 245 kg, sob o argumento de que já é pacífico o entendimento de que o CAS não deve interferir nas decisões tomadas pelos árbitros da competição no “campo de disputa”, já que trata-se de decisão técnica.

 

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