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Caixa reforça em R$ 600 mi crédito a pequenas empresas

DCI, 22/nov

A Caixa Econômica Federal reforçou em R$ 600 milhões o orçamento de 2012 para concessão de crédito nas operações Proger Urbano para micro e pequenas empresas. O valor é proveniente dos recursos liberados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Até o fim de dezembro, pessoas jurídicas com faturamento de até R$ 7,5 milhões por ano podem ser beneficiadas pelo crédito

Para o diretor-executivo de Pessoa Jurídica da Caixa, Roberto Derziê, a linha de crédito será uma oportunidade de crescimento para o segmento de turismo. “A Caixa está empenhada em oferecer condições para que as micro e pequenas empresas brasileiras se estruturem para a Copa de 2014 e aproveitem da melhor forma a oportunidade para expandirem seus negócios”, afirma.

As linhas de crédito do Proger podem ser utilizadas para compra de equipamentos e reformas, além de contar com modalidade de capital de giro associado. O prazo máximo das operações é de 48 meses, com carência de até 6 meses, ao custo de TJLP mais 5% ao ano (a.a). A modalidade Proger Turismo possui prazos e taxas diferenciadas.

Meses depois da bem-sucedida oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Santander no México, o grupo espanhol planeja repetir o feito nos Estados Unidos, abrindo o capital de sua unidade de financiamento de automóveis, segundo pessoas próximas ao assunto.

A unidade, que tem sede em Fort Worth (Texas), oferece financiamentos por meio de mais de 13 mil lojas de automóveis em todo os EUA, e tem uma carteira de empréstimos de cerca de US$ 18 bilhões. O IPO deve ocorrer no primeiro semestre de 2013, mas a fatia que será vendida ainda não está clara.

O mercado de crédito automotivo brasileiro continuará a crescer em ritmo forte em 2013, porém abaixo do passado recente. A afirmação é do diretor de Crédito do Banco Santander, Marcelo Buratto, que estima que a carteira de crédito de automóveis aumente 7,9% no próximo ano, ante os 11,4% registrados nos últimos 12 meses.

De acordo com ele, ainda há oportunidade para expansão do segmento, visto que muitas famílias ainda não tem carro. Contudo, ele explica que a desaceleração pode ser consequência do forte crescimento do crédito habitacional, que “atrapalha” o setor automotivo.

“Quando o crédito imobiliário começa a crescer mais, o automotivo sofre um pouco”, disse o executivo, em evento da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e da Serasa Experian, em São Paulo.

Ele destacou ainda que a rede de agências dos bancos cresceu como alternativa de concessão de crédito, ao invés de diretamente na concessionária ou loja de veículos.

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