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Brasil tem 126 das 150 marcas mais valiosas da América Latina; Bradesco lidera

Folha de São Paulo

O Brasil tem 84% das 150 marcas mais valiosas da América Latina e está muito à frente do segundo colocado, o México (126 contra 11), segundo ranking elaborado pela Brand Finance. Das dez marcas mais valiosas, nove são brasileiras e apenas uma, mexicana. Das vinte primeiras, 18 são do Brasil.

A marca mais valiosa da América Latina, de acordo com o levantamento, é o Bradesco (R$ 31,9 bilhões). Completam as dez primeiras posições Itaú (R$ 26,8 bi), Banco do Brasil (R$ 14,8 bi), Claro do México (R$ 11,6 bi), Santander do Brasil (R$ 11,4 bi), Petrobras (R$ 11,2 bi), Walmart (R$ 9,5 bi), Vivo (R$ 8,8 bi), Vale (R$ 8 bi) e Fiat (R$ 7,9 bi).

O presidente-executivo da Brand Finance América Latina, Gilson Nunes, diz que a presença de quatro bancos brasileiros entre os cinco primeiros colocados representa mais que o peso que do setor bancário na economia. “Os bancos brasileiros demonstraram solidez e melhora do desempenho de suas marcas perante seus públicos”, disse Nunes, em nota.

Outros setores que obtiveram bom desempenho, segundo a empresa, foram varejo, alimentos, eletrônicos e automotivo. No transporte aéreo, Gol e TAM apresentaram um dos melhores resultados em valor de marca: a Gol atingiu R$ 3,3 bilhões em 2012 e avançou 26 posições (para a 34ª) e a TAM chegou a R$ 4,1 bilhão e saltou 25 posições (para a 28ª).

MAIORES QUEDAS

No setor de telecomunicações, a insatisfação dos clientes em relação às empresas gerou queda generalizada das marcas –principalmente das teles punidas pela Anatel com a suspensão das vendas devido às reclamações dos usuários.

A maior queda foi a da Oi, que saiu da 6ª colocação em 2011 para a 20ª neste ano. A Claro passou da 24ª para a 31ª posição e a TIM, da 30ª para a 32ª. A Vivo, mesmo caindo três posições em relação ao ano passado (da 5ª para a 8ª colocação), conseguiu se manter na lista das dez maiores marcas em 2012.

No setor de commodities, a maioria das marcas teve seu valor diminuído por causa da redução de preços no mercado internacional e do nível da atividade econômica interna e externa. Entre os exemplos estão CPFL (da 62º posição em 2011 para 102ª neste ano), Eletrobrás (de 21ª para 71ª) e CSN (da 79ª para 84ª).

OUTROS PAÍSES

Aparecem também no ranking o Chile, com quatro empresas, a Colômbia e o Peru, com três cada país), a Argentina e a Venezuela (duas cada um) e o Paraguai, com apenas uma companhia.

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