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BID está à frente da maioria

Valor Online

BID está à frente da maioria

Neste momento, a maior parte dos empréstimos sindicalizados no mercado são feitos sob o guarda-chuva do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). É o caso da transação de US$ 500 milhões para a CNAA (Companhia Nacional de Açúcar e Álcool), o primeiro financiamento de projeto (no inglês ‘project finance’) puro do setor do setor de etanol. No ‘project finance’ puro, a dívida é paga pelo fluxo de caixa do projeto, não cabendo recurso aos acionistas. O prazo é de dez anos. O empréstimo A, com crédito direto do BID, soma US$ 150 milhões, e a parte dos bancos é de US$ 350 milhões. Os sócios da CNAA são a Santelisa, a Global Foods e o fundo Riverstone. O líder é o BNP Paribas.

No empréstimo à Usiminas, de US$ 400 milhões, o BID vai entrar com US$ 50 milhões e os bancos, com US$ 350 milhões. Já a Gerdau está tomando US$ 200 milhões, sob o guarda-chuva também do BID, que vai entrar com US$ 50 milhões e os bancos, com US$ 150 milhões. O prazo para os bancos é de sete anos, com quatro de carência, e o prêmio de risco é de 137,5 pontos básicos sobre a Libor, taxa interbancária de Londres.

A Eletrobrás busca US$ 450 milhões dos bancos, sob o guarda-chuva da Cooperação Andima de Fomento, que vai entrar com outros US$ 150 milhões em crédito direto. O prazo para os bancos é de sete anos e para a Caf, de nove. Os bancos vão receber Libor mais 150 pontos básicos. Os líderes são Société Générale, Citigroup e BNP Paribas. Participam na primeira fase da transação o BBVA, o Natixis, o Banco do Brasil, o Sumitomo Mitsui e o Santander.

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